O Ambiente e a Ecofisologia de Sistema Silvipastoril, Conforto Térmico Animal Sustentabilidade Ambiental

Grupos/Linhas de pesquisa:
Sistemas Técnicos de Produção Agropecuária/ Modelização do processo técnico e auxílio à decisão

Programas/Linhas de Pesquisa (Mestrados/Doutorados):
Sistemas Ambientais e Sustentabilidade/ Qualidade Ambiental em Sistemas Produtivos

Duração: 13/12/2021 até 01/03/2024

Participantes:

Resumo:

A eficiência de um sistema silvipastoril (SSP) está alicerçada no equilíbrio entre os componentes: clima, forragem, floresta e animais. Nesse sentido, compreender a resposta ecofisiológica das plantas, bem como as condições microclimáticas para os animais permite ao agricultor se apropriar de um sistema mais sustentável. A produção animal é destaque no agronegócio brasileiro, sendo um desafio manter produtividade média ao longo do ano, oferta de forragem de qualidade, conforto térmico e bem estar animal, quando comparado a sistemas tradicionais. Muitos produtores desistem de suas atividades pela menor lucratividade e manejos inadequados, não tendo segurança para transição, quando poderiam utilizar áreas de suas propriedades para a instalação de SSP ?s. Os SSPs contribuem no sequestro de carbono e mitigam a emissão de GEE, que levam a cenários de mudança climática. Portanto, o emprego de SSP é alternativa para a produção agropecuária com sustentabilidade, desde que se conheça e ajuste os componentes do sistema às condições edafoclimáticas locais. Assim, o objetivo do projeto é determinar o potencial de produção de forragens e espécies arbóreas, bem como indicadores de bem-estar animal de uma área com espécies florestais nativas do Sul do Brasil para que possa servir de modelo a ser empregado nas propriedades com sustentabilidade. Assim, a partir de uma área florestal de espécies nativas constituída desde 2004 será implantada espécies forrageiras analisando sua resposta ecofisiológica. Também será quantificado o crescimento e desenvolvimento das árvores; o monitoramento das condições meteorológicas e micro meteorológicas, as características físico-químicas do solo, a quantificação de indicador de conforto térmico e a modelagem do sequestro de carbono pelo sistema.

Obs: Essas informações são de responsabilidade do coordenador do projeto.